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10 Formas de Financiamento na Bolsa de Valores: Guia Completo para Investidores

Financiamento

A Bolsa de Valores não é apenas um ambiente para compra e venda de ações — ela também funciona como uma poderosa ferramenta de financiamento para empresas. Diversas companhias utilizam esse mercado para captar recursos, expandir seus negócios e fortalecer sua presença no setor. Neste guia, você vai conhecer 10 formas de financiamento na Bolsa de Valores e entender como cada uma funciona.

Artigo de Marcelo R Santos

1. Oferta Pública Inicial (IPO)

O IPO, ou Oferta Pública Inicial, ocorre quando uma empresa abre capital e vende ações pela primeira vez ao público. É uma das formas mais conhecidas de captar recursos, permitindo que investidores se tornem sócios da companhia.

2. Follow-On (Oferta Secundária)

Diferente do IPO, o Follow-On é a emissão de novas ações por uma empresa que já está listada na bolsa. Essa estratégia é usada para levantar mais capital para expansão ou novos projetos.

3. Emissão de Debêntures

As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para captar dinheiro junto a investidores. Em troca, oferecem o pagamento de juros em prazos definidos.

4. Certificados de Recebíveis (CRI e CRA)

Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) são papéis lastreados em recebíveis, negociados na bolsa para captar recursos de forma estruturada.

5. Fundos de Investimento

A captação pode ocorrer por meio de fundos de investimento, como FIIs (Fundos Imobiliários), FIPs (Fundos de Participações) ou ETFs (Fundos de Índice), direcionando recursos para setores e ativos específicos.

6. Emissão de BDRs

Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) permitem que empresas listadas no exterior captem recursos no Brasil, oferecendo aos investidores locais acesso a ativos internacionais.

7. ETFs Temáticos

A criação de ETFs temáticos permite captar recursos focados em setores específicos, como tecnologia, energia limpa ou saúde, atraindo investidores interessados em nichos de mercado.

8. Emissão de Notas Promissórias

As notas promissórias são títulos de curto prazo usados para financiar operações imediatas ou investimentos rápidos, com prazo e remuneração definidos.

9. Aumentos de Capital com Direito de Preferência

Nesse modelo, a empresa emite novas ações e dá prioridade para que os atuais acionistas comprem antes que sejam ofertadas ao mercado.

10. Green Bonds ou Títulos Sustentáveis

Os green bonds são voltados para financiar projetos sustentáveis, com apelo ESG, atraindo investidores preocupados com impacto ambiental.

Conclusão

Entender essas 10 formas de financiamento na Bolsa de Valores é fundamental para investidores e empresas que buscam crescimento. Seja por meio de ações, títulos ou fundos, o mercado de capitais oferece múltiplas oportunidades para captar recursos e impulsionar resultados.

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Geopolítica em Foco: As Grandes Jogadas que Redefinem o Poder Global em 2025

https://www.thenewstop.com

Nos últimos anos, o tabuleiro geopolítico mundial tem sofrido transformações profundas e aceleradas, marcando o início de uma nova era de disputas por influência, recursos e poder. Em 2025, entender essas movimentações é essencial para acompanhar o rumo do mundo e seus impactos diretos na economia, segurança e políticas nacionais.

O Reequilíbrio do Poder entre Grandes Potências

Após a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos em 2024, o cenário internacional apresentou mudanças estratégicas importantes. O governo norte-americano adotou uma postura firme em relação a parceiros tradicionais e adversários, priorizando acordos bilaterais e reforçando a presença militar em pontos-chave globais

Enquanto isso, a China avança com seu projeto de expansão econômica e militar, consolidando a Iniciativa do Cinturão e Rota e fortalecendo alianças estratégicas na Ásia, África e América Latina. A União Europeia enfrenta desafios internos, entre eles a busca por autonomia estratégica diante das pressões externas e crises energéticas.

O Papel do Brasil e América Latina no Jogo Global

A América Latina, liderada por potências emergentes como o Brasil, tem ganhado protagonismo na geopolítica global. Com riquezas naturais estratégicas e uma posição geográfica vital, a região torna-se campo fértil para investimentos e disputas internacionais.

O governo brasileiro tem investido em parcerias internacionais que fortalecem sua posição, equilibrando relações com Estados Unidos, China e blocos regionais. A estabilidade política interna, no entanto, ainda é fator crucial para que o país consolide seu papel global.

Impactos Geopolíticos nas Bolsas e Investimentos

Investidores atentos sabem que crises geopolíticas e movimentações diplomáticas influenciam diretamente os mercados financeiros. Tensão em regiões estratégicas, sanções econômicas, e acordos comerciais impactam índices globais, moedas e commodities.

Em 2025, a volatilidade deve continuar, exigindo cautela e estratégias inteligentes para proteger patrimônio e aproveitar oportunidades. Compreender o cenário geopolítico é fundamental para quem deseja investir com segurança e visão de longo prazo.

Sete Tendências Globais

  • Foto do escritor: The News Top
    The News Top
  • 3 de jul. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 7 de set. de 2025


🌐 1. Sete Tendências Globais que Moldam os Investimentos em 2025

🚀 Inteligência Artificial continua revolucionando áreas como finanças, saúde e varejo, gerando oportunidades promissoras para empresas líderes em aprendizado de máquina.

🛡️ O aumento dos orçamentos de defesa abre espaço para valorização de empresas do setor tecnológico militar.

🌐 O avanço do protecionismo nos EUA gera maior volatilidade nos mercados, reforçando a necessidade de diversificação internacional nas carteiras.

📉 As taxas de juros globais tendem a cair ao longo de 2025, o que pode aliviar pressões inflacionárias e impulsionar ativos de maior risco.

📈 Apesar das incertezas, a percepção de “excepcionalismo americano” ainda atrai grandes volumes de capital para ações nos Estados Unidos.

⚡ O mercado de energia permanece instável, mas ETFs ligados ao setor oferecem oportunidades de risco-retorno atrativas.

👥 O envelhecimento populacional estimula investimentos de longo prazo em biotecnologia, telessaúde e saúde digital.

🎯 Insight estratégico: Foque em setores disruptivos (IA, defesa, saúde), gerencie a exposição ao setor energético e mantenha uma carteira diversificada globalmente.

🏦 2. Banco de Compensações Internacionais Alerta para Riscos Sistêmicos

O BIS (Banco de Compensações Internacionais) sinaliza que a economia global enfrenta riscos estruturais crescentes, como tensões comerciais, baixa produtividade, endividamento soberano elevado e vulnerabilidades climáticas.

A fragmentação econômica — acentuada por barreiras comerciais dos EUA — aumenta o risco de crises nos mercados de dívida pública, especialmente com a alavancagem crescente de fundos especulativos.

O BIS recomenda uma maior cooperação entre bancos centrais para evitar choques de liquidez e garantir estabilidade de longo prazo.

💱 3. Conflitos Geopolíticos Testam Ativos de Refúgio

A escalada de tensões entre Irã e Israel expôs fragilidades nos ativos tradicionalmente considerados seguros. O dólar americano atingiu o menor nível em três anos, enquanto os juros dos títulos do Tesouro dos EUA (10 anos) dispararam.

Enquanto isso, as ações globais fora dos EUA (MSCI ACWX) subiram 13% no acumulado do ano, superando os modestos 1% do S&P 500 — indicando possível mudança estrutural na liderança dos mercados.

Commodities seguem ganhando tração como proteção contra inflação, impulsionadas pela desvalorização do dólar e pela alta demanda global.

📊 4. Mercados Emergentes Atraem Fluxo Global de Capitais

Os mercados emergentes receberam entradas líquidas de US$ 11 bilhões entre maio e junho, favorecidos por juros reais elevados e pela fraqueza do dólar.

O índice MSCI Emerging Markets acumula alta de 10% em 2025, superando os desempenhos de economias desenvolvidas.

China, Brasil e Coreia do Sul estão entre os principais beneficiados pela renovada procura por ativos emergentes.

🏛️ 5. Estados Unidos em Encruzilhada Fiscal e de Política Monetária

O Senado norte-americano aprovou um pacote de gastos e corte de impostos de US$ 3,3 trilhões, gerando apreensão quanto à sustentabilidade fiscal e pressionando o dólar a mínimas históricas frente ao euro.

O mercado está dividido sobre os rumos do Federal Reserve: enquanto parte dos analistas projeta cortes de juros já em setembro, a incerteza ainda domina os debates (Goldman Sachs prevê três cortes em 2025).

Empresas como a Tesla enfrentam forte volatilidade em meio ao temor de que subsídios governamentais sejam reduzidos devido ao aumento do déficit.

📌 Resumo Estratégico para Profissionais do Mercado

  • 📍 Diversificação Global: Equilibre a exposição entre EUA, emergentes e setores defensivos como saúde, energia e defesa.

  • ⚠️ Atenção com Dívida e Câmbio: Tensões comerciais e dívidas elevadas podem gerar picos de volatilidade em moedas e títulos soberanos.

  • ⏳ Sincronizar com os Bancos Centrais: O início de cortes de juros pode ser sinal para rotacionar para ações.

  • 🌾 Jogue com Commodities e Emergentes: Desvalorização cambial e riscos geopolíticos favorecem esses ativos.

 
 
 

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